Há um vermelho que não é apenas cor,
mas um grito do coração ao pulsar;
o reflexo do fogo que dança,
do aço moldado na força do corpo.
Na geometria perfeita dos teus traços,
há um eco de constelações antigas,
um mapa de delicadeza e de sonhos,
onde cada curva é a promessa
de um amanhã tão belo quando se pode conceber.
O espelho, cúmplice do instante,
guarda o brilho que não se contém;
é o reflexo de uma alma
que, ao erguer-se, desafia o mundo.
Entre pesos e suor, a poesia do esforço,
o desabrochar de uma rosa rubra
no jardim das adversidades.
E ao vê-la, meu coração vagabundo
não consegue resistir
Nenhum comentário:
Postar um comentário